Quase cem atletas morreram por problemas cardíacos

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Uso de desfribilador pode tornar-se obrigatório em jogos e treinos para diminuir este tipo de ocorrência

A Comissão Médica da Fifa informou na quinta-feira (24) que 84 jogadores morreram em decorrência de problemas cardíacos nos últimos cinco anos. Os dados foram compilados junto a 129 das 208 federações filiadas à entidade máxima do futebol e servirá como base para um plano de prevenção de futuros incidentes.

Este é um ponto de partida. Agora todos os membros associados registrarão este tipo de incidentes e nos informarão para que possamos analisar quais são as patologias por trás das mortes, disse Jiri Dvorak, chefe médico da Fifa.

Um dos principais problemas relacionado às mortes no futebol está relacionado com a ausência de desfibriladores em 45% dos jogos profissionais disputados. Em caso de treinamentos, o número sobe para 72%.

Ter um desfibrilador em cada campo é questão de vida ou morte, ressaltou o presidente da Comissão Médica da Fifa, Michel D’Hooghe, que pedirá ao Comitê Executivo da entidade que a presença do equipamento seja obrigatória em todos os locais de jogos.