Seguro como forma de investimento

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Imigrantes, independente do status no país, podem se beneficiar com os novos tipos de cobertura

Diz-se que brasileiro não gosta de fazer seguro de vida. Na opinião de Felipe Costa, diretor da Ancora Seguros, isto não passa de um mito.
“O público latino, incluindo o brasileiro, tem perfil de consumidor potencial destes tipos de cobertura, mas sempre lhe faltaram informações detalhadas sobre a importância e os benefícios deste tipo de proteção. Para acabar com este problema, especialmente em época de crise, a companhia de Felipe tem feito um trabalho junto à comunidade para apresentar alternativas para investimentos financeiros de retorno garantido nas áreas de Vida e Saúde. Um profissional do setor já está à disposição para esclarecer as dúvidas dos interessados.

Outra crença sem fundamento é a de que nosso povo não é previdente. “Discordo também, pois o motivo que nos trouxe a um país diferente foi justamente o nosso senso de previdência, ou seja, a preocupação com um futuro melhor para a família”, argumenta o jovem empresário. Para ele, o seguro de vida mudou bastante e hoje pode ser usado como qualquer outro tipo de investimento, já que os imigrantes têm planos de 10, 15, às vezes 20 anos. “Um bom seguro de vida pode ajudar no planejamento do retorno ao país natal com um belo capital”, acredita Felipe. Quando o assunto é saúde, cresce a importância de um seguro, pois poucos conseguem arcar com os custos de um atendimento médico de qualidade aqui nos Estados Unidos.

Por isso converse com seu agente de seguros para conhecer mais detalhes acerca das opções neste mercado. Afinal, quanto mais cedo você se preocupar com isso, menos dinheiro terá que desembolsar.