Senadores perto do acordo fiscal, mas Câmara ainda incerta

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O empecilho dos conservadores republicanos para o acordo é o Obamacare

DA REDAÇÃO COM NYT – Líderes do Senado quase fecharam o acordo bipartidário nesta segunda-feira (14) à noite para aumentar o teto da dívida e reabrir o governo, enquanto o resto do mundo admite que a possibilidade de um default americano poderia iniciar um desastre financeiro global.

Os negociadores conversaram até a noite quando senadores dos dois partidos aderiram ao plano que aumentaria o limite da dívida até 7 de fevereiro, passaria uma resolução para financiar o governo até 15 de janeiro e concluiria discussões formais sobre um plano de impostos e gastos de longo prazo até 13 de dezembro, de acordo com um assessor do Senado que resumiu o plano.

Mas enquanto o senador Mitch McConnell do Kentucky, líder republicano, e o senador Harry Reid (foto) de Nevada, líder democrata, saudavam o progresso fetio no Senado, já estava claro que a maioria dos membros conservadores da Câmara de Deputados não aceitaria passivamente um plano que não atenda à sua principal reivindicação, aquela que deflagrou a crise que perdura por duas semanas: desmantelar a lei de saúde pública do presidente.