Terroristas admitem participação no ataque às torres

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Cinco detentos de Guantánamo se orgulham dos atentados que mataram três mil pessoas

Orgulho. Este é o sentimento manifestado por cinco detentos da prisão de Guantánamo pelo planejamento dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Eles assinaram um documento assumindo a responsabilidade pelos ataques às torres gêmeas e ao Pentágono, expressando que o feito representa uma “honra” para suas famílias. A ação resultou na morte de cerca de três mil pessoas. A pedido do presidente americano, Barack Obama, que pretende fechar a base de Guantánamo em 2010, o julgamento dos cinco foi suspenso até que o governo decida como agir.
O documento, intitulado “A Resposta Islâmica às Nove Acusações do Governo”, se refere aos cinco homens como os ‘integrantes do Conselho Shura 11/09’ e afirma que eles praticaram os atos como oferendas a Deus. Eles desdenharam as acusações do governo americano: “Para nós essas não são acusações, mas sim uma medalha de honra”, disse um dos detentos. Entre os cinco homens detidos em Guantánamo está Khalid Sheik Mohammed, que se apresentou como o mentor dos ataques. Os outros também assumiram a participação nos ataques de 2001 e que eles queriam ser mártires.