Viajantes pré-checados evitam segurança em Miami

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Um novo programa da Administração de Segurança do Transporte permite que viajantes pré-checados, selecionados anteriormente, passem mais rapidamente pelo sistema de segurança de quatro aeroportos

A TSA anunciou o início de um programa piloto envolvendo a pré-checagem de passageiros. O Aeroporto Internacional de Miami (MIA) é um dos quatro aeroportos do país a testar este novo programa. Um passageiro passa pela máquina de escanear que checa o corpo inteiro no ponto de segurança no MIA.

Voar dentro dos EUA torna mais fácil para escolher os viajantes da American e da Delta em quatro aeroportos, incluindo Miami, que podem evitar o sistema de segurança sem tirar os sapatos ou o cinto ou retirar os laptops das embalagens. Estes poucos privilegiados podem pegar a fila rápida. Mas ninguém precisa inscrever-se para este programa: os escolhidos serão notificados.

O programa piloto, que começou nesta terça-feira (4 de outubro), faz parte dos esforços da TSA para se concentrar mais especificamente nos passageiros que representam uma ameaça, ao mesmo tempo em que diminuem as medidas para o pequeno grupo de passageiros pré-aprovados.

Mais de 500 milhões de viajantes fazem voos domésticos anualmente, confirmam as autoridades, notando que a “grande maioria” não representa um risco para a segurança. Agora, sob a Pré-Checagem do TSA, cerca de 70.000 viajantes assinaram para escapar dos aborrecimentos de embarcar nos voos em Miami, Dallas/Fort Worth, Atlanta e Detroit – os maiores hubs da American e da Delta, respectivamente. Milhares de viajantes são elegíveis.

Autoridades governamentais já pré-checam os passageiros nos EUA, checando seus nomes e datas de nascimento comparando-os com uma lista de terroristas procurados. Mas os programas de viajante frequente e imigração rápida recolhem dados pessoais mais detalhados de seus membros. “Isto não significa que as outras pessoas são uma ameaça maior”, disse Mark Hatfield, diretor de segurança federal da TSA. “O que ocorre é que acabamos tendo mais informações sobre eles. Quanto mais pessoas mudarmos da categoria ‘desconhecido’ para a categoria ‘conhecido’ melhor.”